Se é um Humano na Cena do Crime, é um Humano no Útero

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If It’s a Human at a Crime Scene, It’s a Human in the Womb

Quando eu comecei a trabalhar como policial, evidência de DNA era extremamente raro. Criminalistas, quando investigavam as cenas de crime, confiavam muito mais nas impressões digitais para identificar os suspeitos do que o DNA. Ao longo dos anos, criminalistas forenses melhoraram suas habilidades em coletar e investigar a evidência em DNA. Hoje, a evidência de DNA é comum. Se eu tenho uma prova na cena de crime e estou curioso sobre quem (ou o quê) fez com que a evidência entrasse em cena, as informações de DNA e impressão digital podem me ajudar a responder à pergunta. Esta pequena caixa de plástico na cena do crime era parte do crime? O suspeito levou-o para o local? Pertenceu à vítima? O cão da vítima levou-a para o quarto? Procure por impressões digitais e procure para encontrar um DNA; se um ser humano tocou, logo saberemos. Quando terminarmos, saberemos até que ponto o humano a tocou. Esse é o valor do DNA e das impressões digitais em relação à natureza e à identidade de um suspeito.

A natureza e a identidade do feto podem ser determinadas da mesma forma que identificamos suspeitos Click To Tweet

Se você está se perguntando o que está no útero durante uma gravidez, essas mesmas ferramentas forenses podem ajudá-lo a responder à pergunta. A natureza e a identidade do feto podem ser determinadas da mesma forma que identificamos suspeitos:

DNA
No momento em que um óvulo é fertilizado, o feto resultante tem um DNA único, distinto da mãe e do pai. Este DNA não mudará à medida que o feto continua a envelhecer ao longo de toda a sua vida, e a natureza distinta do DNA identifica o feto como um membro da espécie humana imediatamente.

Impressões Digitais
As impressões digitais começam a se desenvolver relativamente cedo na vida do feto. Os blocos (protuberâncias) se formam nas pontas dos dedos e palmas das mãos dentro de 6 a 13 semanas após a concepção, e já em 10 semanas, essas almofadas começam a desenvolver as cristas epidérmicas destinadas a se tornarem impressões digitais. Desde o início, elas são únicas para o feto e, por 21 a 24 semanas, elas terão sua forma final e madura.

Se você está investigando a cena do crime (conhecida como o útero) e tentando determinar a natureza e a identidade do suspeito que se encontra lá (conhecido como feto), nossas ciências forenses podem fornecer uma resposta. O feto é um ser humano único e distinto. É o DNA e as impressões digitais que revelam isso. Os próprios atributos que associamos a suspeitos humanos em cenas de crime também são possuídos pelo feto humano no útero. Ele ou ela tem um DNA humano único e desenvolve impressões digitais exclusivamente humanas muito cedo em seu processo de maturação. Os fetos são seres humanos, com uma identidade única, separados dos pais. É por isso que é tão importante pararmos de usar termos vagos e não descritivos como “feto” e começar a usar termos que ressaltem a humanidade do ocupante no útero. Eles são humanos fetais.

O feto é um ser humano único e distinto. É o DNA e as impressões digitais que revelam isso. Click To Tweet

Cada um de nós mata algo todos os dias. Colocamos ratoeiras, spray para as formigas, esmagamos moscas e arrancamos ervas daninhas de nosso jardim. Nós não pensamos muito nessas matanças porque estamos confortáveis ​​pois o que estamos matando não é um ser humano. Podemos ter certeza de que essas coisas não são humanas porque elas não possuem DNA humano ou impressões digitais. Este não é o caso dos humanos fetais mortos, todos os dias em abortos em toda a América. Se continuarmos a matar esses seres, vamos pelo menos ter certeza, com base em seu DNA e impressões digitais distintas, sobre a verdadeira natureza e identidade de o que e quem é que estamos matando. Se as evidências de DNA e impressão digital indicarem que são humanos em uma cena de crime, essa mesma evidência demonstra que eles são humanos no útero.

J. Warner Wallace é um detetive de casos de homicído arquivadosdefensor do Cristianismo, pesquisador sênior do Colson Center for Christian Worldview, professor associado de apologética na Universidade de Biola e autor de Cristianismo Cold-Case , Cena do crime de Deus, e Fé Forense.

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