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Cold Case Christianity

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O Caso da Historicidade e Divindade de Jesus (Resumo)

The Case of the Historicity and Divinity of Jesus (Summary)

Em um mundo cheio de pessoas céticas sobre as alegações da Bíblia relacionadas a Jesus, às vezes é útil rever o caso cumulativo da historicidade e divindade de Cristo. Como todos os casos coletivos, o poder do argumento repousa sobre a montagem robusta de evidências históricas. Eu juntei algumas delas neste post de blog e criei um “insert” bíblico (um resumo para impressão de meia folha que se encaixa na sua Bíblia) para ajudá-lo a lembrar do caso: The cumulative case of Jesus' historicity and divinity is convincing when viewed in its entirety. This brief miniature sketch is a useful reminder: the Christian worldview is evidently verifiable. Click To Tweet

Antigos historiadores não-cristãos concordaram que Jesus viveu
Antigos historiadores “pagãos” escreveram sobre Jesus e seus seguidores e as declarações desses historiadores e escritores corroboram as afirmações da Bíblia relacionadas a Jesus:

(1) O registro histórico de Talo (52 d.C.)
(2) O Registro Histórico de Plínio, o Jovem (61-113 d.C.)
(3) O Registro Histórico de Suetônio (69-140 d.C.)
(4) O Registro Histórico de Tácito (56-120 d.C.)
(5) O registro histórico de Mara Bar-Serapião (70 d.C.)
(6) O registro histórico de Flegão (80-140 d.C.)
(7) O registro histórico de Luciano de Samosata: (115-200 d.C.)
(8) O registro histórico de Celso (175 d.C.)

Historiadores judeus antigos concordam que Jesus viveu
Embora a maioria dos relatos judaicos antigos de Jesus sejam hostis, eles ainda afirmam muito sobre a historicidade de Jesus, mesmo quando tentam difamar Seu caráter:

(1) O registro histórico de Josefo (37-101 d.C.)
(2) O registro histórico do Talmude judaico (400-700 d.C.)
(3) O registro histórico do Toledot Yeshu (1000 d.C.)

Jesus reivindicou ser Deus
Enquanto alguns céticos negam que Jesus alguma vez se identificou como Deus para sua audiência do primeiro século, a evidência demonstra exatamente o oposto:

(1) Ele prefaciava suas declarações como se Ele fosse Deus (Mateus 5:18)
(2) Ele identificou-se com o próprio nome de Deus: “Eu Sou” (João 8:49-58)
(3) Ele falou como se fosse igual a Deus (João 14:6-9)
(4) Ele disse que ele e Deus eram Um (João 10:25-29)

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Jesus demonstrou que tinha a natureza de Deus
Jesus possuía uma autoridade única com aqueles que o conheciam; uma autoridade que excedia em muito a de outros rabinos importantes. A autoridade de Jesus foi baseada em sua divindade:

(1) Ele demonstrou onisciência (João 4:16-30)
(2) Ele demonstrou onipresença (Mateus 28:20)
(3) Ele demonstrou a onipotência (João 11:38-44, Marcos 6:48)

Jesus foi adorado como Deus por aqueles que o conheciam
Em uma cultura judaica do primeiro século que rejeitava a adoração de alguém (ou qualquer outra coisa) que não o único Deus verdadeiro, Jesus foi repetidamente adorado por aqueles que o encontraram:

(1) Os sábios adoraram-no no seu nascimento (Mateus 2:10-12)
(2) O leproso O adorou em sua cura (Mateus 8:2)
(3) O governante da sinagoga o adorou (Mateus 9:18-19)
(4) Os discípulos o adoraram no barco (Mateus 14:32-33)
(5) A mãe de Tiago e João o adorou (Mateus 20:20-21)
(6) O cego adorou-o em sua cura (João 9:35-38)
(7) As mulheres o adoraram no túmulo vazio (Mateus 28:8-10)

Jesus cumpriu profecias messiânicas do Antigo Testamento
Os discípulos e as primeiras testemunhas de Jesus ficaram repetidamente impressionados com o número de maneiras pelas quais Jesus cumpriu a profecia do Antigo Testamento relacionada à vinda do Messias:

(1) O Messias aparecerá depois que os judeus retornarem a Israel (Jeremias 23:3-6)
(2) O Messias nasceria em Belém (Miqueias 5:2)
(3) O Messias seria precedido por um mensageiro (Isaías 40:3)
(4) O Messias entraria em Jerusalém enquanto andava em um jumento (Zacarias 9:9)
(5) O Messias sofreria e seria rejeitado (Isaías 53:3)
(6) O Messias seria traído por 30 moedas de prata (Zacarias 11:12-13)
(7) O Messias seria silencioso diante de seus acusadores (Isaías 53:7)
(8) O Messias seria ferido, chicoteado e crucificado (Isaías 53:5)

O caso cumulativo da historicidade e divindade de Jesus é convincente quando visto em sua totalidade. Esse breve esboço de miniatura é um lembrete útil: a cosmovisão cristã é evidentemente verificável.

J. Warner Wallace é um detetive de casos de homicído arquivadosdefensor do Cristianismo, pesquisador sênior do Colson Center for Christian Worldview, professor associado de apologética na Universidade de Biola e autor de Cristianismo Cold-Case , Cena do crime de Deus, e Fé Forense.

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Mais artigos em português AQUI. Leia a tradução original AQUI.

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Written By

J. Warner Wallace is a Dateline featured cold-case homicide detective, popular national speaker and best-selling author. He continues to consult on cold-case investigations while serving as a Senior Fellow at the Colson Center for Christian Worldview. He is also an Adj. Professor of Christian Apologetics at Talbot School of Theology, Biola University, and a faculty member at Summit Ministries. He holds a BA in Design (from CSULB), an MA in Architecture (from UCLA), and an MA in Theological Studies (from Gateway Seminary).

1 Comment

1 Comment

  1. Frankmar Corrêa

    December 7, 2020 at 2:17 pm

    “Quem ouviu, alguma vez, semelhantes coisas? Quem, agora que as ouve, não tapará os ouvidos para impedir que essas ignóbeis palavras cheguem até eles? Quem, ouvindo João dizer: ‘No princípio era o Verbo’ (Jo 1,1), não condenará os que dizem: ‘Houve um tempo em que ele não era’? Quem, ainda, ouvindo estas palavras do Evangelho: ‘Filho único de Deus’ (Jo 1,18) e ‘Tudo foi feito por meio dele’ (Jo 1,3), não detestará os que afirmam que o Filho é uma das criaturas? Como pode ele ser igual ao que foi feito por ele? Como pode ser Filho único aquele que elencamos com todas as coisas, na categoria destas? Como viria ele do nada, ao passo que o Pai diz: ‘De meu seio, antes da aurora, eu te gerei?’ (Sl 109,3)? Como seria ele, em sua substância, diferente do Pai, ele que é a imagem perfeita e o esplendor do Pai (2Cor 4,4; Hb 1,3) e que diz: ‘Quem me vê, vê o Pai’ (Jo 14,9)? Se o Filho é o Verbo e a Sabedoria do Pai, como teria havido um tempo em que ele não existia? É como se dissessem que houve um tempo em que Deus não tinha Palavra nem Sabedoria. Como está sujeito à transformação e à alteração aquele que diz de si mesmo: ‘Eu estou no Pai e o Pai está em mim’ (Jo 10,38) e ‘Eu e o Pai somos um’ (Jo 10,30), e que disse pelo profeta: ‘Vede-me; eu sou e não mudo’ (Ml 3,6)? Mesmo que se pense que essa palavra pode ser dita pelo próprio Pai, seria agora, no entanto, mais oportuno, julgá-la dita por Cristo, porque, tornado homem, ele não muda, mas, como diz o Apóstolo, “Jesus Cristo é o mesmo, ontem, hoje e pela eternidade’ (Hb 13,8). Quem os leva a dizer que é por nós que ele foi feito, enquanto São Paulo diz: ‘Para ele e por ele todas as coisas existem’ (Hb 2,10)? Quanto à sua afirmação blasfema de que o Filho não conhece perfeitamente o Pai, não seria de causar surpresa, pois, uma vez que eles decidiram a combater Cristo, desprezam também as palavras do próprio Senhor que diz: ‘Como o Pai me conhece, eu também conheço o Pai’ (Jo 10,15)”.

    Alexandre de Alexandria-Século IV-.carta encíclica ao episcopado.

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